Vivendo as alegrias,as satisfações,as confusões de ser mãe de quatro lindos filhos!

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Sessão de fotos.

Olá mamães, dei uma passadinha rápida pra mostrar o que essas meninas fizeram aqui em casa ontem, elas estavam assistindo TV e de repente, uma idéia:"vamos fazer uma sessão de fotos!! ", e lá vão elas!!!

Enquanto uma era a modelo a outra era a fotógrafa e assim vice e versa!!!

Vejam se vocês gostam do resultado!!




Driele Teixeira 






Fernanda Teixeira






Mamãe coruja assumida...mais eu posso, são lindas, vocês não concordam comigo? 

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Bullying: hoje o foco é quem pratica

Para se constatar um bullying é necessário a presença de três personagens: o agressor, a vítima e a testemunha, e geralmente, o foco sempre será a vítima, a preocupação é tanta com os prejuízos que aquilo pode causar nela que muitas vezes esquecemos que o agressor é na verdade quem mais precisa de cuidados.

A vítima daquele bullying precisará de muita assistência sim, de um acompanhamento psicológico, mais isso será para prevenir que se torne um adulto com algum tipo de problemas, algum trauma, ou algum distúrbio, quem sofre com o bullying são pessoas saudáveis, aparentemente mais frágil, com dificuldade em se defender, tímidas, mais isso não é um problema.
A assistência será como prevenção.

O problema na verdade está no agressor, que geralmente reproduz algum tipo de violência que ja tenha sofrido, e que para se sentir bem, é necessário, humilhar, criticar, mostrar que é mais forte, e muitas vezes a forma que acha pra fazer isso é agredindo não só verbalmente, mas em casos extremos,  a agressão se torna física, e para isso ele escolhe uma vítima para praticar o bullying. Esses agressores precisam urgente de um acompanhamento, pois se diagnosticado que ele seja quem pratica o bullying isso já é de fato um problema grave, mas por trás daquilo e sem auxílio esse agressor poderá se tornar um adulto com sérios problemas, o acompanhamento deverá ser rápido e contínuo, até para tentar descobrir o que levou a fazer tal coisa.

Meu filho sofreu bullying na escola, a coordenação me chamou pra me comunicar o fato, junto com a professora dele que me relatou tudo que estava se passando dentro da sala de aula, a minha primeira reação foi chorar, e muito, pensei até que não fosse conseguir reagir para ajudar meu filho, mas uma mãe nunca abandona o seu quando mais ele precisa, então enxuguei as lágrimas e tive a minha segunda reação, imediatamente mudei ele de turno, com o auxílio, e o aval da psicopedagoga da escola que estava participando da conversa.  Aquela minha atitude, também faria um estrago na cabecinha do meu filho, então foi ai que partir para a terceira reação, procurei uma psicóloga e passei a levar meu filho.

Uma das coisas que fiz também e faço até hoje, é conversar com ele e mostrar como ele é amado, mostro as pessoas ao redor dele e digo como elas o amam muito.

Bem...sobre o agressor, nada aconteceu com ele foi quem teve que mudar meu filho de turno pois ele já tinha contaminado a turma toda.

E pra piorar ele é filho de uma amiga minha, uma super amiga mesmo, e a coordenação da escola mesmo sabendo da nossa amizade apontou ele como principal agressor e me disse que eu poderia ficar à vontade para conversar com ela, até porque ela seria chamada lá no outro dia, então sai da escola direto pra casa dela, cheguei chorando ela se assustou mas a medida que eu ia contando ela chorava também, e no meio da nossa conversa ela me fez um pedido, que eu não mudasse meu filho de turno que eu deixasse ele lá para que ela "concertasse" o filho dela, a resposta não poderia ser outra a não ser:"meu filho ja sofreu demais por causa do seu, e agora você me pede que ele sirva de cobaia para você ensinar ao seu o que é certo ou errado? sinto muito mais é claro que a resposta é não, já chega." Foi uma conversa muito dolorida, mais foi franca, a dor de uma mãe que via o seu filho sofrer e a dor da outra mãe em saber que o sofrimento dele era justamente por causa do filho dela.

O pai do agressor nunca permitiu que ele frequentasse um psicólogo, ele disse que o filho dele não era "maluco" e realmente não era, tinha qualquer outro tipo de problemas mas maluco ele não era mesmo!!

O meu para prevenção de problemas,  até porque ele não tinha nenhum, até hoje frequenta psicólogo, no início chegou a fazer duas sessões por semana, agora ele faz apenas uma. Ele é um menino querido por todos ao redor, não recebo nem nunca recebi nenhum tipo de reclamação a respeito de seu comprtamento nem na escola e nem no meu prédio, é uma criança calma e amorosa, infelizmente já do agressor não posso falar o mesmo, sempre problemático, levando as pessoas a sua porta para contar um mal feito seu.

Ai então eu te pergunto:com quem está o problema? Quem merece acompanhamento rigoroso? O foco é o meu filho?


quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Vestindo a mamãe!!

Uma das inúmeras vantagens de ter filhas adolescentes é na hora de se arrumar, de comprar uma roupinha, ou de montar um look para alguma ocasião. Elas estão sempre prontas pra me ajudar a escolher, e eu faço questão de ouvir a opnião delas.

Sempre fui muito bem resolvida em relação a maneira de me vestir, nunca precisei muito da opinião das pessoas, já sabia muito o queria e o que comprar para cada ocasião, e mesmo depois que me tornei mãe o meu gosto para roupas continuou o mesmo, nunca achei que por ter tido um filho devesse mudar o meu estilo.

Na época da amamentação houve algumas pequenas mudanças para facilitar na hora de dar o peito, vestidos eram sempre a minha primeira opção, mais o estilo continuava o mesmo.

Quando as meninas cresceram comecei a perceber que o gosto delas para se vestir era bem parecido com o meu, roupas leves, nada muito curto, ou apertado desenhando o corpo e nada de barriga de fora. Na verdade acho que influenciei muito no estilo delas, pois, sempre levava comigo quando ia comprar uma roupa pra mim e quando percebi já estavam me ajudando, e muito, na escolha do look, e eu já era quase que dependente delas.

Já aconteceu de algumas vezes eu estar sozinha comprando e não conseguir decidir sem que elas me dêem uma opinião, então mando a foto pra elas vestida com a roupa que na minha cabeça será a escolhida, muitas vezes eu até acerto, mais se elas disserem que não gostou é bem provável que eu não leve aquela peça.

Os nossos gostos são tão parecidos que já estamos na fase de uma vestir a roupa da outra, elas vestem as minhas e eu as delas, tem peças que as vezes nem sei se comprei pra mim ou pra elas, nossos guarda-roupas quase que se misturam, assim como nossos sapatos e maquiagens.

Se vou sair pra algum lugar elas me vestem e muitas vezes até me maqueiam, confio plenamente no gosto delas. E o principal me enchem de elogios quando fico pronta, me acham a maior gata da festa kkkkk.

Acho que ainda sou muito jovem apesar dos quatro filhos que já tenho, e procuro me mostrar assim, é claro que não vou sair por aí vestida igual a uma adolescente, sei até onde posso ir com isso. Me visto pra mim, mais sempre com respeito à eles, confio sim no gosto delas mais alguns estilos de roupas eu vejo que não se adequam a minha idade e prefiro não usa-las.

E para vê se vocês concordam comigo, aí vão as imagens de algumas de nossas roupas, nessa montagem tem peças minhas e das minhas filhas, nossos estilos não são bem parecidos?

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Positivo...e a partir daí descubro realmemte o significado da palavra AMOR!!

Olá mamães, hoje passei aqui pra me declarar...me declarar para aquela palavrinha que desejamos tanto ler um dia no nosso teste de gravidez, a palavra é? é? é?...POSITIVO!!! isso mesmo...

Nós meninas, já nascemos com o instinto de sermos mães, somos preparadas pra isso quase que todos os dias, somos ensinadas, somos incentivadas, e esperamos por isso durante muito tempo de nossas vidas.

Enquanto somos crianças ganhamos bonecas, para que já possamos ir treinando, não podemos ver um bebê que já queremos logo carrega-los, já estar no sangue, o desejo quase que incontrolável de nos tornarmos mães. E de longe nem sabemos o que nos espera, podemos até tentar imaginar: aquelas noites sem dormir, os choros intermináveis, a febre sem motivo...mais não chegamos nem perto do que irá realmente acontecer.

Até que crescemos, ganhamos afilhados, sobrinhos, os filhos das amigas...e a vontade de ter o nosso só aumenta!  O sonho de nos tornarmos mães cresce a cada dia!

Começamos a fazer planos, escolher o nome, a imaginar como será o futuro do nosso bebê, como ele será e quando ele virá!!

Enfim...o tão esperado dia do resultado que irá mudar as nossas vidas para sempre chega, vamos busca-lo nervosas, mais, confiantes...e quando abrimos que lemos a palavra POSITIVO, tudo naquele instante muda, o amor nos arrebata de uma tal maneira que chega ser impossível explicar!!

Dali pra frente não seremos jamais a mesma pessoa, faremos outros planos, teremos medo de coisas que jamais tínhamos tido antes, mudaremos nossas vidas por causa daquela palavra, teremos novas ideias...viveremos única e exclusivamente para ela.

A palavra "positivo" naquele exame representa vida, amor, entrega, ela representa o meu filho amado e tão desejado. Dali a alguns meses ele chegará para completar o que faltava em mim. E quem desejou realmente ter um filho sabe exatamente o significado dessa palavra!

E que seja POSITIVO pra você também!!!

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Projeto mamãe em forma! 7 Minutos

Bem... como já contei pra vocês outro dia aqui no blog estou tentando entrar em forma e ter uma vida saudável com uma dietinha basica e fazendo alguns exercícios.

Estou andando apenas durante uma hora na areia da praia de manhã e bem cedinho enquanto os meninos ainda estão dormindo. Mais eu não estou achando isso o suficiente. Como meu dia é muito corrido, na verdade uma luta, com todas as coisas que tenho que fazer: arrumar e limpar a casa, fazer comida, ensinar a tarefa de casa aos meninos, dar banho neles, levar pra escola...entre outras, enfim, não tenho tempo para academia, eu não vou pagar uma fortuna pra ficar somente uma hora de relógio lá dentro.

Mais não será por esses motivos que deixarei de fazer meus exercícios, para tudo existe uma solução. E eu conversando isso com minha filha Fernanda ela me indicou um aplicativo maravilhoso, que eu estou amando, se chama 7Minutos.

Ele é muito simples e prático de utilizar, e é feito justamente para pessoas como nós, mamães, que temos um dia corrido e quase não temos tempo para nada.

Baixei pelo Play Store e funciona da seguinte maneira: todos os dias ele vai apitar em algum momento e esse apito quer dizer que está na hora de você fazer 30 segundos de alguns exercícios durante sete minutos se por acaso naquela hora que ele chamar você estiver ocupada e não puder fazer, aí então so é marcar para outro horário.

O próprio aplicativo irá lhe dizer quais são os exercícios que terá que fazer. Com uma figura ensinando a forma correta, e se por acaso não entender pode assistir a um vídeo. Ele é todo auto explicativo, muito fácil de usar. E o que é melhor é todo em português.


Nele você ainda encontra uma explicação para que serve cada tipo de exercício, ou seja, se estiver procurando fazer para diminuir a barriga, perna ou bumbum lá eles ensinam qual o melhor, o mais indicado. 

Então mamães não temos mais desculpas para não fazer exercícios e manter a forma, com apenas 7 Minutos do nosso tempo durante o dia vamos movimentar o corpo e ter uma vida um pouco mais saudável e o que é melhor,  podemos fazer dentro de casa e na hora que quisermos ou pudermos, então mãos a obra e vamos lá!!! 

sábado, 24 de outubro de 2015

Os dois lados da moeda:o prazer de amamentar e a decepção de não amamentar!

Vivi os dois lados da moeda na questão amamentação, primeiro com Driele e Fernanda que quase não amamentei, depois com Magninho e Miguel que foram amamentados até os três anos de idade. E posso dizer por experiência própria que a amamentação é a decisão mais acertada que uma mãe pode tomar!

Quando Driele nasceu eu era muito jovem, e por esse motivo (eu imagino) me deixei influenciar e muito pelos outros, aliás, pelos mais velhos, como por exemplo, minha avó e minha sogra. Esse pessoal mais velho não acredita no valor que tem o leite do peito, eles acham muito fraco e que não é o suficiente para sustentar uma criança. A prova disso é que todos os filhos de minha avó praticamente não foram amamentado, partiam logo para o engrossante. E era justamente isso que ela me dizia assim que Driele começava a chorar: "esse leite seu tá fraco, ela está chorando de fome, tem que dá mingau", " sua mãe quando nasceu tomava mingau de farinha de guerra, ela era uma criança gorda, saudável". E de tanto ouvi isso e vê que minha filha não parava de chorar, comecei a dá leite artificial pra ela, me arrependo amargamente até hoje por ter tomado essa decisão.

Quando Fernanda nasceu um ano depois eu já arrependida de ter tirado a amamentação de Driele, decidi que com ela seria diferente...é, mais não foi, começou tudo de novo exatamente igualzinho, ela chorava e minha avó dizia:"leite fraco da engrossante" e lá foi eu cometer o mesmo erro. O que é pior, eu tinha todas as condições de amamenta-las pois, não tive nenhum tipo problema com meu peito, não doía, não estava ferido, parei de dar simplesmente por ouvir aquilo tudo!!

Dez anos depois, lá estava eu grávida novamente, mais já tinha me tornado uma mulher madura, e sabia exatamente o que eu tinha que fazer com meu filho.

Ele nasceu e acreditem não tinha mamadeira, chuca, chupeta, eu decidi nao comprar absolutamente nada que pudesse atrapalhar a minha relação com ele na hora de amamentar. Quando ele veio pra mim que eu decidida coloquei ele no peito pra que ele sulgasse aquele colorosto, me senti mãe, me senti forte e senti que a partir dali ele só largaria o meu peito quando ele quisesse. E assim foi, levei ele pra casa e lá vem todos aqueles comentários novamente, mais nada me faria parar de sentir aquele prazer que estava sentido em amamentar, me sentir ligada, presa à ele, eu era a fonte dá vida, ele dependia de mim, do meu corpo para saciar a fome, a sede, para se acalmar, para se sentir amado!

O tempo foi passando e ele foi ficando gordo como nunca as meninas tinham sido, mas era um gordo saudável, só do meu peito, a pediatra ficava enlouquecida quando eu levava ele para as consultas, me dava os parabéns todas as vezes, e me dizia que eu fiz a escolha certa.

Quando eu toda orgulhosa dizia as pessoas
que ele nem agua bebia não acreditavam e muitas achavam um absurdo aquilo tudo.

Comecei então a notar as diferenças entre amamentar e não amamentar. Meu filho não ficava doente nunca, era um menino saudável, ja com Driele e Fernanda me lembro sempre de estar correndo nas emergências de hospitais e de muitos antibióticos, outra grande diferença também era na hora de sair, com as meninas, meu Deus, parecia que ia viajar, tinha que levar, mamadeiras, caixa de mamadeiras, papeiro, lata de leite, lata de engrossante, isso pra passar o dia, se fosse um passeio simples no shopping por exemplo, tinha que levar mamadeiras ja preparadas e quentes para conservar o mingau, ai na hora de dá tinha que esfriar e deixar na temperatura certa, era um sufocooooo!!! Com Magninho não precisava de absolutamente nada disso, só a sacolinha com umas fraldas, umas roupinhas, babador e pronto, a alimentação dele já estava pronta e na temperatura certa, bastava achar um lugar pra sentar, tirar o peito e acabou!!!! Que maravilhaaaaaa!!!

Quando Magninho fez 03 anos fiquei grávida de Miguel, e acreditem ele ainda mamava e não parou não, mamou ainda durante algum tempo durante minha gravidez e ele só parou quando ele bem quis. As pessoas diziam que ia fazer mal para o bebê mais não fez não,  Miguel nasceu com 3, 970kg as enfermeiras chamavam ele de bebê gig.

O prazer de amamentar Magninho foi tão grande que quando Miguel nasceu fiz exatamente igual. Ele mamou até três anos também, a pediatra já tinha me dito que eu já podia parar, que eu ja tinha feito meu papel e muito bem, que aquele leite já não tinha nenhum benefício para ele!!

Mais na hora de tirar foi um sofrimento, não sei quem sofreu mais eu ou ele. Já tinha ouvido falar no desmame e ja estava imaginado quando chegasse a minha vez, sabia que seria dolorosa essa separação. E quando chegou a hora eu pude constatar tudo isso. Comecei a tentar de varias formas mais o que seu certo e menos sofrido foi colocar um esparadrapo no peito e quando ele pedia eu mostrava e dizia que estava dodói, no início ele alisava, beijava, mais quando a vontade de mamar começou a aperter ele chorava muiapertar mais ainda. O meu peito ficava cheio de leite, empedrava, aí eu tinha que ir pra pia do banheiro e espremer, eu chorava muito fazendo isso, mais não de dor de física e sim uma dor na alma.

Não existe um prazer maior que
amamentar um filho, poder alimenta-lo, saciar sua sede, amamentação é um gesto de amor é uma prova de amor, é dedicação é entrega é vida. Se tivesse outro filho hoje faria tudo de novo, me entregaria de corpo e alma pra ele assim como fiz pra Magninho e Miguel!

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Rotina

Sempre ouço algumas pessoas reclamando que os filhos dormem tarde que não obedecem a rotina, que não sabem mas o que fazer, que já estam cansadas e etc... Pois digo uma coisa pra vocês, nunca tive esse tipo de problema, com nenhum deles. Sempre estipulei uma rotina, até mesmo sem perceber e sem que eles percebam.

Quando eles acordam é hora do café, depois a tarefa da escola,  e ai sim podem brincar, dentro de casa (eles não descem pela manhã) quando dá 11:30 é hora do banho, quando saem do banho hora do almoço, ai se arrumam para ir pra escola. Quando eles chegam da escola fico com eles lá embaixo no play até às 19:00, aí então subo com dou o banho a janta e vamos para o quarto, ligo a TV e fico com eles assistindo desenhos, até que eles pegam no sono. Isso eu faço todos os dias na mesma hora e na mesma ordem, eu não impus isso pra eles, simplesmente já acontece naturalmente e acho que é ai que está o segredo. Eles já sabem tudo que vai acontecer, já funciona no automático!

Eu já percebi que quando eu quero estipular uma nova rotina, se eu avisar antes a maneira que ela será, eles aceitam com mas facilidade, nunca digo em cima da hora, por exemplo, fim de semana, não tenho uma rotina a seguir, então se estou com eles na rua ou qualquer outro lugar ou até fazendo alguma atividade, que eu vejo que já esta na hora de acabar eu aviso um tempo antes, digo pra eles quantos minutos ainda vamos ficar fazendo aquilo e mando que eles aproveitem pois, falta pouco para acabar! Comigo isso funciona muito, acredito que seja por conta do aviso e também porque não adianta eles me pedirem pra ficar por mais alguns minutos, aliás, eles nem me pedem mas pois, já sabem que eu não fico.

A minha opinião é que rotina não se impõe, ela simplesmente acontece, naturalmente, sem que eles percebam, assim se torna mas fácil, pelo menos na minha casa é assim, eles seguem tudo direitinho sem reclamar, sem fazer birra, tranquilamente.
Quanto mas natural pareça mas eles vão aceitar.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Projeto mamãe em forma!!

De um tempo pra cá estou vendo várias pessoas olharem pra mim e dizer: " nossa como você engordou", e isso está acontecendo com muita frequência, então comecei a ficar preucupada, pois, tenho 37 anos e a partir de agora pra emagrecer é mas difícil.

Na verdade, eu não estou tão gorda assim, eu estou barriguda, é claro que tem umas gordurinhas a mais só que no meu caso que não sou do tipo mulherão, quando perco um pesinho fico sem perna, sem bumbum, fico uma " tripinha" ai não dá!!! Então a minha intenção é perder barriga, e ganhar massa muscular.

Então comecei hoje meu projeto, nada de academia, vou andar aqui na orla, fazer alguns exercícios na areia da praia, não viu exagerar, vou mudar minha alimentação, nada de dietas radicais. É claro que vou com muita cautela, não vou forçar e nem ultrapassar os limites do meu corpo, vou fazer tudo com muita responsabilide.

No decorrer desse tempo vou postando aqui a minha alimentação, os exercícios que estou fazendo e principalmente a minha evolução!!!

Tô focada, animada, e muito determinada...vou mostrar pra vocês que pra entrar em forma basta ter força de vontade!!!

Afinal não é porque sou mãe de quatro filhos que tenho que me entregar, e esquecer de mim!!! Tô viva, sou bonita, jovem e quero me sentir bem comigo mesma!!

E ai se animou?? Vamos lá???

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Dividindo atenções

Cheguei da maternidade com Fernanda no dia em que Driele estava fazendo um aninho, ela mal sabia andar e quando me viu abriu logo os bracinhos para que eu a carregasse, só que eu infelizmente não podia, eu queria mais não podia, estava operada...por mas que explicasse ela não entenderia, ela olhava pra mim, me via com um bebê no colo mas porque eu não a carregava? eu chorava muito, e confesso a vocês que por algumas vezes quando ninguém estava olhando a pegava no colo!!!

Eu tinha pena dela por não poder carrega-la, mas a minha preucupação maior era que tipo de sentimento ela teria por aquele bebê? por isso tudo que fazia com Fernanda explicava pra ela, dizia que tudo aquilo fiz com ela também, quando ela era um bebezinho...ela me olhava atentamente parecia até que estava entendendo.

Nunca proibir que ela se aproximasse da irmã, sempre deixei que ela fizesse carinho, beijasse, e muitas vezes fingia que colocava Fernanda no colo dela para ela segurar.Sempre pedindo que ela me "ajudasse", pegar uma fralda, passar o perfume, alguma coisa bem fácil pra ela ter o contato com a irmã junto comigo! Não deixei de fazer nada pra Driele, dava o mingau, o banho e colocava pra dormir, com isso evitei que ela sentisse ciúme da irmã e continuei dando a atenção que ela precisava.

Quando tive Magninho, Driele estava com 10 anos e Fernanda com 09, agir da mesma maneira, sempre explicando: " quando vocês eram pequenas eu fazia a mesma coisa com vocês", e da mesma maneira pedia que elas me ajudassem com ele...e assim foi com o Miguel! Sempre quis eles muito próximos uns dos outros.

Me dividi em mil para dar atenção a todos na mesma proporção, mas é claro que sempre o bebê da vez era o que precisava mas de mim, só que eu tinha muito medo que eles achassem que eu gostava mais de um do que o outro, por isso fazia todo o esforço possível para que nenhum deixasse de me ter por perto.E até hoje me divido pra que todos tenham a mesma atenção, mas mesmo com todo esse esforço acreditem eu ainda ouço: " você gosta mais dele do que de mim".

Nunca comprei uma bala pra um e não comprar pra o outro (mesmo hoje que as meninas estão grandes), quantas vezes estou na rua vejo alguma coisa que me lembre um deles, bate aquela vontade de comprar mais ai desisto, não posso chegar em casa com presente pra um, e os outros?

Evito o maximooooo fazer comparações, jamais digo: "olha como seu irmão faz melhor que você", " seu irmão sabe mais que você", " seu irmão de mais inteligente que você", se um deles é melhor que o outro em alguma coisa, incentivo para que aquele que não é tão bom se esforce mais, para que consiga também, ou mostro que ele é bom com outras coisas!!

Talvez por causa dessas coisas que eles sejam tão unidos assim,  não precisam brigar por atenção, apesar de me virar em mil como já disse, dou ou pelo menos tento dá a mesma atenção a todos, de vez em quando pinta um ciuminho, mas nada demais, nada que uma boa conversa não resolva!!

Não sou a mãe perfeita apenas o instinto me leva a agir assim, por enquanto está dando certo, e assim vou eu com os quatro!!!

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Bexigas nunca mais!!!!!!

Gente, assisti a reportagem do Fantástico esse domingo, sobre a criança que engoliu uma bexiga e quase morre, eu tinha acabado de comemorar o aniversário de meu filho (como eu já havia contado aqui pra vocês) a sala estava cheia delas, me levantei assustada na mesma hora e dei fim em todas, nunca tinha pensado que elas ofereciam tanto perigo assim, e vou dizer uma coisa pra vocês, eu morro de medo de coisinhas pequenas que as crianças possam colocar na boca, sempre tive o maior cuidado com isso, falo em relação a brinquedos e a coisas de comer, tipo: balas, jujubas, pirulito de bola nem pensar!!! até a uva eu partia no meio pra dá pra eles. Mas as crianças são rápidas elas parecem que cegam a gente, e até coisas que pra nós parecem inofensivas se tornam um perigo na mão delas!!!
Uma vez meu filho engoliu uma pilha de relógio que vinha em um carrinho, ele conseguiu desparafusar e tirar a pilha, ele não ficou engasgado mas precisou fazer duas endoscopias com anestesia geral pra tentar tirar, em nenhuma das duas os médicos conseguiram, eu só fazia chorar de angústia e medo, pois a pilha poderia estourar a qualquer momento, depois de 24 horas de sofrimento, decidiram fazer uma lavagem e graças a Deus a pilha saiu!!!
A gente se preocupa, protege, tira tudo que possa machuca-los do alcance deles e mesmo assim parece que não é o suficiente. Por isso que não podemos facilitar hora nenhuma, temos que ficar com olhos bem abertos pra eles.
Nos aniversários ma minha casa não dou bala dura, pirulito redondo, chicletes, nada que venha enfiado em palitos, mas nuncaaaa imaginei que uma bexiga oferecesse tanto perigo. Daqui pra frente às festas na minha casa não terá mas nenhuma bola de soprar!!!

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Educar, tarefa difícil!

Se você não está tendo trabalho com a educação de seu filho, tem alguma coisa errada, pelo menos é assim que eu penso. Educar não é nada fácil, dá trabalho, requer tempo e muita paciência.
Pra mim, o maior desafio na hora da educação é dizer e manter o NÃO, as nossas crianças sabem muito bem o que fazer para mudarmos de ideia, para que aquele não se transforme em sim, e é justamente nessa hora que temos que ser firmes e manter o NÃO.
Eles testam a nossa paciência, querem ver até onde conseguem ir, muitas vezes até nos desafiam, temos que está atentos pra mostrar a eles que quem manda somos nós! Eles gritam, e se esperneiam numa tentativa de conseguirem o que querem, e é justamente nessa hora que não devemos ceder de forma nenhuma. Eles podem repetir a cena uma duas ou três vezes mas se nao cedermos logo iram perceber que de nada adianta gritar e espernear.
O diálogo é um dos mas importantes métodos de educar. Uma conversa com paciência e amor pode evitar essas birras!
Com meus filhos faço dessa forma, tento conversar e explicar.
Não sou adepta as palmadas, acho que um castigo é mas eficaz, sempre tiro aquilo que eles mas gostam: vídeo game, celular, bicicleta ou qualquer outra coisa.
Aqui em casa existem algumas regras que eles já sabem quais são, tipo: horário de estudar, tomar banho, jogar vídeo game, assistir TV, com essas regras se cria uma rotina e evitam birras e malcriaçõs, pois eles já sabem o que tem que fazer, não preciso ficar atrás mandando, brigando para que façam isso ou aquilo.
Não é fácil, é cansativo, é chato, mas quando vemos o resultado daquilo que ensinamos pra eles, tudo se torna válido, hoje tenho duas filhas (uma de 18 e 17 anos) elas me ajudam com os irmãos, cobram as tarefas de casa, o respeito um com o, obediência, eu vejo elas falando igualzinho a mim, ainda não são seus filhos mas vejo que quando chegar a hora delas, elas estaram prontas pra educar seus filhos. Não foi fácil mas eu acho que consegui!!

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Meninos X Meninas

Gente, eu estou sentindo algumas diferenças entre ser mãe de meninas e ser mãe de meninos, falo em relação a tudo, desde a hora de comprar as roupinhas, até questão de educar mesmo. Por exemplo, quando saía pra comprar alguma roupa pra Driele e Fernanda demorava horassss escolhendo, eram tantos modelos que eu ficava maluca!!. Quando vou comprar roupa pra os meninos sou tão rápida, é tudo muito básico, meninos são práticos, uma bermuda uma camisa de manga ou sem manga (dependendo da ocasião), um tênis ou um sapato e pra fazer um charme um boné, tá pronto.
Outra coisa que sinto diferença é a forma que eduquei as meninas e a forma que educo eles. Sinto que com elas fui mas maleável, fui mais flexível, com eles não, me sinto as vezes uma general, quero que eles andem na linha mesmooo, ja passei até algumas responsabilidadespra eles, coisas bobas, mas que as meninas da idade deles não faziam, as vezes até me pergunto, "será que estou exagerando?, será que tem que ser assim?," realmente não sei, mas com certeza pelo fato deles serem meninos, faço dessa forma, acho que a vida cobra bem mais dos homens do que das mulheres.
Outra diferença, é que eles tem um instinto de proteger, por exemplo: se visto uma roupa que ele acha que esta curta, com certeza ele vai falar!  (nesse caso Magninho que já é um pouco mas velho), acreditem...ele só tem 08 anos e já demonstra esse tipo de preocupação, acho tão bonitinho rsrsrs.
Mais uma coisa, é maneira que eles usam pra expressar o que sentem, são mais diretos, sem rodeios, sem muito blá, blá, blá...São rápidos e diretos: " te amo mãe" e pronto, são carinhosos sim da maneira meninos de ser!!!
A única coisa que não vejo diferença é o amor que sinto por eles, isso é igualzinho, um amor que me arrebata e que me faz ser capaz de tudo, tudo, por eles.
Tudo pelos quatro!!